segunda-feira, 18 de abril de 2022

ALUNOS DA EMEF LOURENÇO FILHO “AEL ILAN BRENMAN” PARTICIPAM DA 11ª SEMANA DE ESTUDO E LEITURA “THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO”

 Grupo de pessoas em um tapete vermelho

Descrição gerada automaticamente com confiança média

O evento contou com a participação dos alunos da AEL “Ilan Brenman” e da equipe do Imprensa jovem “Lourenço em Destaque”, dos professores Newci Sanches Prado, André Ribeiro Viana e de membros vitalícios da referida AEL. 

E  no dia  04 de abril, os alunos da Academia Estudantil de Letras (AEL) Ilan Brenman da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Lourenço Filho, da Diretoria Regional Jaçanã Tremembé (DRE JT), tiveram a oportunidade de vivenciar momentos mágicos, após dois anos de pandemia na cerimônia de abertura da 11ª semana de estudo e leitura, que celebra o centenário do Modernismo Brasileiro.

            Após dois anos de pandemia, com atividades desenvolvidas a distância, as expectativas eram imensas.

A programação contou com a participação do coral de professores da DRE Guaianases, apresentação teatral “As cores de Tarsila”, representada pela AEL Vinicius de Moraes, da EMEF Vicentina Ribeiro da Luz, Aricanduva, zona leste; apresentação musical, pot-pourri com declamações poéticas, apresentada pela AEL Carolina Maria de Jesus, EMEF Liliane Verzine Silva, zona Sul; balé “Fadas da Natureza: eternidade em busca do vale perdido”, com os alunos da EMEF Amadeu Mendes, da zona Oeste, intervenções do ator Paschoal da Conceição, interpretando Mário de Andrade e a finalização com o grupo Barbatuques em atuações que motivaram a plateia a interagir com sons do corpo e do ambiente.

Segundo a organização do evento, estiveram presentes cerca de 1000 alunos e a ação foi desenvolvida em parceria com as secretarias municipais de Educação (SME), de Cultura (SMC) e da Pessoa com Deficiência (SMPED). Também compareceram ao evento, o prefeito da cidade Ricardo Nunes e o vereador Eliseu Gabriel, autor da Lei 14.999/09, que institui a referida semana.

            Logo após a abertura do cerimonial o Vereador Eliseu Gabriel pediu a todos os participantes que fizessem um minuto de silêncio em homenagem a escritora Lygia Fagundes Telles que faleceu no dia anterior

            Após a fala das autoridades presentes iniciou-se o momento mágico onde público e plateia envolveram-se em um clima de nostalgia pela comemoração do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, onde ocorreu uma manifestação artística-cultural no Theatro Municipal de São Paulo, com apresentações de danças, músicas, recitais de poesias, exposição de obras, pinturas, esculturas, palestras e a retomada das atividades do projeto AEL (Academia Estudantil de Letras) que propõem atividades com funções humanizadoras da literatura, sensibilizam, provocam reflexões e favorecem o exercício do protagonismo infanto-juvenil e adulto.


     

Que as AELs continuem na ativa, que as crianças leiam bastante, participem de peças teatrais, aprendam muito e troquem experiências entre si. Que sejam leitores para os demais, que socializem, que divulguem, que se encantem.” Veja entrevista completa em: FOTOS EVENTO

A emoção já se tornou presente logo no início com o coral da DRE Guaianases, em um espaço onde o som interage com a estrutura, que resgata emoções, que nos faz refletir sobre todas as obras presentes no espaço.

            Em continuidade, crianças encenando “As cores de Tarsila”, nos trazem a beleza da obra, com reflexões sobre o seu contexto, sendo acalentadas pela representação de crianças que tornam o momento leve e encantador.

            Segundo os acadêmicos da AEL Ilan Brenman adentrar em um espaço como o Theatro Municipal, após dois anos reclusos em atividades pedagógicas online, com diversas restrições e se depararem com a magia do Theatro e as atividades ali apresentadas é simplesmente encantador, na verdade um sonho. Com as emoções à flor da pele não foi difícil perceber olhos marejados, semblantes enobrecidos, mãos acalentadoras e alegria do reencontro e sentimento de satisfação presentes naquele momento.

            Ainda em um sentimento reflexivo, o ator Paschoal da Conceição revive Mário de Andrade, sim podemos dizer que a atuação foi tão perfeita, tão emotiva, tão fortalecida na fala e na mensagem ali proposta, que consideramos que Mário de Andrade ali estava presente.

E como se já não bastassem tantas emoções, tantas provocações nesta tarde de reencontros e reflexões, adentram ao palco o balé “Fadas da Natureza: eternidade em busca do vale perdido” com apresentações dignas de uma academia profissional de dança.

Balé das fadas: apresentação sininho

Balé das fadas: apresentação Guerreiros e dragões

Os alunos ali presentes se envolveram de uma tal forma, que o contar da história os fizeram participar e viajar, torcer, sentir e sonhar com essa história de conto de fadas. A cada apresentação uma emoção, a cada finalização uma energia que contagiava e nos envolvia como se ali estivéssemos em um só pensamento, uma só energia, de esperança do novo, do possível, do protagonismo juvenil presente, apoiados pelas secretarias, pelas diretorias de ensino, pelas escolas, por seus professores, por seus familiares e por todos que amam a arte e a educação.

Maria Sueli Fonseca Gonçalves, a Suelizinha, idealizadora e criadora do projeto afirma que durante todos esses anos do projeto AEL os avanços foram inúmeros. Disse ainda que o início foi muito difícil.

                 
                                                                       

“Podemos afirmar que esse momento ficará registrado no coração de cada um de nós. Pela alegria do retorno, pela gratidão dos ensinamentos, pela harmonia do lugar, pelo renascimento das ações que favorecem o protagonismo e tantos encantam, pelo reencontro com as academias que ali estiveram, pelo reencontro com nossos membros vitalícios, pela alegria de nossos acadêmicos e alunos, pelo aprendizado do evento. Gratidão é a palavra que fica registrada aqui pelas infinitas oportunidades que nos foram ofertadas nesta tarde”, conclui a prof.ª Newci Sanches Prado, coordenadora de estudos literários da AEL Ilan Brenman, EMEF Lourenço Filho, DRE Jaçanã Tremembé (JT).

E para a finalização do evento, os presentes foram envolvidos em atuações do grupo Barbatuques, com sons emitidos do corpo, do ambiente, da fala e da mente.

Com certeza o evento que homenageou o Centenário da Semana de Arte Moderna superou as expectativas dos participantes.

Matéria produzida pelo projeto Lourenço em destaque (imprensa jovem EMEF Lourenço Filho) 

Acesse as fotos do evento em: fotos Theatro Municipal 

 

 








 


                


ENTREVISTA COM SAMIR AHMAD DOS SANTOS MUSTAPHA EM 11ª SEMANA DE ESTUDO E LEITURA “THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO”

           

     

Após o evento, tiveram a oportunidade de entrevistar Samir Mustapha, um dos coordenadores do projeto AEL, da Secretaria Municipal de Educação (SME) que gentilmente falou sobre o projeto e o evento em questão.

Geovane:

Boa tarde, meu nome é Geovane, sou aluno da EMEF Lourenço Filho e faço parte do projeto Imprensa Jovem. Gostaríamos de lhe fazer algumas perguntas:

Qual a sua função no projeto AEL?

Samir:  Na rede municipal temos atualmente 167 academias estudantis de letras, distribuídas em diversas regiões e bairros de São Paulo. Inclusive o Lourenço Filho, que fica na zona norte é uma dessas academias que possuem o projeto AEL. Eu desenvolvo um trabalho de coordenação dessas academias e dou suporte para que o projeto aconteça da melhor maneira possível. Auxílio na organização de eventos, como o que estamos hoje que é da Semana de Incentivo da Leitura.

Geovane:

Nesse evento quais foram os maiores colaboradores?

Samir:  Tivemos a parceria da Secretaria Municipal de Educação; do projeto:  duas academias que se apresentaram aqui; a Secretaria de Cultura que colaborou na Organização do Evento e a Secretaria da Pessoa com Deficiência. O projeto também conta com a colaboração do Vereador Elizeu Gabriel, mentor da Lei que tornou essa semana possível.

Geovane:

E o que fez você se interessar pelo projeto AEL?

Samir: 

Bom, eu fui projeto do projeto durante 5 anos, desde 2011. O projeto já existia desde 2005. Na verdade, quando ingressei na minha escola, já existia a AEL Pedro Bandeira, na região da Penha. Depois do trabalho fui convidado a ser um dos coordenadores do projetos em SME ao lado da Suelizinha, a idealizadora e criadora do projeto




E como é para você ver o projeto voltando a ativa, depois de 2 anos de pandemia?

Samir: 

Olha, é emocionante, pois foi difícil para todos esses dois últimos anos. Muitos perdemos familiares, pessoas queridas, tivemos que ficar reclusos, utilizando só a tela do celular, computador. Estávamos todos com saudades dos contatos, das trocas de experiências, de conversar com amigos, de assistir espetáculos. A experiência de trazer tantas crianças e tantos professores para o Theatro Municipal é única. Creio que para muitos é a primeira vez que tiveram a oportunidade de visitar o espaço. Esse privilégio é único, ver a alegria das crianças e professores vendo tantas apresentações bonitas nessa tarde é maravilhoso. Esperamos que ao longo do ano tenhamos muitas oportunidades nos CÉUs, em outros teatros, em cinemas, bibliotecas. Que as AELs continuem na ativa, que as crianças leiam bastante, participem de peças teatrais, aprendam muito e troquem experiências entre si. Que sejam leitores para os demais, que socializem, que divulguem, que se encantem, que falem “olha eu conheço esse autor, você já conhece?” Então é uma troca de aprendizagens imensa. Vocês ensinam muito aos professores, nós aprendemos muito com vocês, então é importantíssimo essa experiência do AEL.

            Aproveitando, vocês estão de parabéns, o Imprensa Jovem também faz um trabalho maravilhoso de comunicação e isso tudo é muito lindo, muito bonito e que vocês continuem estudando e sendo exemplos.

Geovane:

Bem Samir, obrigado a sua disponibilidade em nos atender e esperamos que a AEL esteja em diversos eventos, podemos afirmar que estamos encantados com o projeto.

Samir: 

Por nada, nós é quem agradecemos o carinho de vocês e a cobertura do evento. 

                                

Matéria produzida pelo projeto Lourenço em destaque (imprensa jovem EMEF Lourenço Filho) 

Acesse as fotos do evento em: FOTOS REPORTAGEM



     



            


    
     
 


terça-feira, 14 de abril de 2020

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

IMPRENSA JOVEM EMEF LOURENÇO FILHO EM ENTREVISTA “SLAM DO RIVA”, DAS EMEFS PROF. RIVADÁVIA MARQUES JUNIOR E CLAUDIO MANOEL DA COSTA.





Laura Caroline – Boa tarde! Somos as alunas do grupo Imprensa jovem da EMEF Lourenço Filho e gostaríamos fazer algumas perguntas a vocês.

Prof. Dhiancarlo Miranda – Boa tarde, estamos a disposição.

Laura – Qual o nome do projeto, dos componentes do grupo e a escola que vocês fazem parte?

O projeto chama-se “Slam do Riva”,  e somos das EMEFs Professor Rivadávia Marques Junior e Claudio Manoel da Costa , Diretoria de Ensino  (DRE) São Mateus, meu nome é Dhiancarlo Miranda e esses são Ana Carolina, Sara, Mirela, Marina e Hiago.

Rayane -  O que é o Slam?

Prof. Dhiancarlo O Slam é uma batalha de poesias, que, no nosso caso, como acontece dentro da escola é uma batalha de poesia interclasses. Mas normalmente, todos os anos tem também a batalha de poesias interescolar. Temos participado também dessas atividades fora da escola. Mas, necessariamente a batalha de poesia é uma competição na qual o que está em jogo são as poesias. As regras são básicas, muito simples, mas o intuito é expressar aquilo que sente e que pensa sobre o mundo.

Laura – E como vocês decidiram trabalhar o slam?

Dhiancarlo – No nosso caso, na EMEF professor Rivadávia Marques Junior, surgiu da necessidade em trabalhar Direitos Humanos e, por conta disso colocamos esses assuntos em pauta,  eles foram construindo poemas e através dos poemas começaram a recitar e ai virou o Slam. No caso do Cláudio Manoel da Costa, que é a escola da Marina, o pessoal de lá começou a trabalhar desde o início com o professor Ricardo, que era um professor que já tinha um contato com o Slam, na verdade um amigo meu. Conhecendo o trabalho dele trouxemos para minha escola e desde então foi um sucesso.

Laura – E o que motivou vocês alunos a fazerem parte do Slam?

Ana Carolina – Eu acredito que por sermos adolescentes seja uma forma pra gente ter voz. Pra algumas pessoas é mais fácil, e acaba sendo até mais divertido, a gente acaba passando um pouco mais de expressão, entende?

Mirela – Pra mim começou com a necessidade de tirar as coisas de dentro pra fora, a ter alguma forma de me expressar, pra nada ficar guardado, de forma livre. Sem ter regras, de uma forma que você goste. Eu sempre gostei de escrever, então já me ajudou muito. Você pode escrever o que estava dentro de você preso há muito tempo, e colocar em um poema.

Laura – Então foi algo que te libertou?

Mirela – Sim!

Sara – Eu comecei a escrever devido ao projeto do Slam que o professor fez comigo, e depois disso, quando fui escrevendo fui descobrindo que e acabei gostando. Ajudou bastante, como ela já disse , quando você está mal coloca aquilo pra fora, saem poemas extremamente incríveis. Mas às vezes você não tem coragem de mostrar aquilo pro mundo. Mas é isso, uma forma de mostrar seus sentimentos naquele momento.

Higor – Eu escrevo poemas sobre racismo e sobre depressão, que pra mim são dois problemas que existem na sociedade, mas são deixados meio de lado. Pra mim o Slam é meu lugar de falar, é um lugar onde posso falar o que eu penso e que sei que vou se ouvido.

Marina – No meu caso, eu não era tão ligada a escrever, apenas lia muito, porque na leitura eu encontrava coisas que eu não tinha no mundo real. E ai o professor Ricardo começou com esse projeto do Slam de poesias e foi passando expressões pra gente ir escrevendo e tudo mais. De início eu escrevia sobre o que estava acontecendo, por exemplo, o racismo, o machismo. E depois de três anos escrevendo, eu comecei a escrever sobre o que eu passo sobre o que eu sinto que são coisas quede uns tempos pra cá eu não consigo falar, eu só consigo escrever. Então eu escrevo mais sobre depressão, sobre ansiedade, sobre o pessoal que eu vejo na rua, sobre coisas assim.

Rayane – Qual foi a maior dificuldade para implantação e continuidade do projeto?

Dhiancarlo – Tudo tem muito a ver com a organização dentro da escola. A gente tem um problema sério que é o espaço, o tempo pra fazer esse trabalho, pois o projeto é da sala de leitura, acho que lá no Cláudio Manoel Costa também acontece algo parecido, a gente tem a estrutura da sala de leitura sendo utilizada pra isso, porém às vezes isso não é possível por uma série de fatores. Temos problemas com a estrutura física e contratempos que ocorrem em função do acumulo de atividades. E o que dá muita vasão pra que a coisa continue é a colaboração dos próprios alunos, sem eles a coisa não aconteceria.

Rayane – Como vocês e sentem enquanto recitam os poemas?

Ana Carolina – Tensa, eu me sinto tensa.

Sara – Nervosa e ansiosa.

Mirela – Eu me sinto aliviada, e com medo também. Porque dependendo da pessoa, se ela escrever o que ela sente tem um medo do preconceito que alguém pode ter. Mas me sinto aliviada, porque escrevo o que realmente estou sentindo.

Laura – Gostaríamos de agradecer a disposição de vocês em conversar conosco sobre esse trabalho maravilhoso. Parabéns! Que vocês possam contagiar mais e mais alunos e adolescentes com esse trabalho.



Confira as fotos do evento em :


https://drive.google.com/drive/folders/1IsiIaAPUgzU8mjXTiMTqhkf35yzg-Djv




IMPRENSA JOVEM EMEF LOURENÇO FILHO EM ENTREVISTA COM O SR. ROGÉRIO SOTTILLI, DIRETOR EXECUTIVO DO INSTITUTO VLADIMIR HERZOG



      

Matéria produzida pela equipe de Imprensa Jovem da EMEF Lourenço Filho


Rayane Fabris – Boa tarde! Somos os alunos do grupo Imprensa jovem da EMEF Lourenço Filho e gostaríamos de conversar um pouco com o Sr. sobre o trabalho desenvolvido em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, seria possível?

Sr. Rogério Sottilli – Seria um prazer.

Rayane – Como surgiu o Instituto o qual vocês fazem parte?

Sr. Rogério Sottilli –  O Instituto surgiu a dez anos atrás, por iniciativa da família do jornalista Vladimir Herzog, assassinado pela ditadura militar em 1975, depois de ser barbaramente torturado no DOI-CODI. Ele morreu porque defendia a liberdade de expressão, defendia os direitos humanos, defendia uma educação de qualidade, a cultura, e porque ele era um importante jornalista. Quiseram cala-lo e o mataram.

A família e os amigos de Vladimir Herzog resolveram criar o Instituto para defender o legado dele, a história dele, e ajudar a dar continuidade no motivo pelo qual ele morreu, que era lutar pelos direitos humanos e pela liberdade de expressão. Então o Instituto nasce desta forma.

Hoje o Instituto trabalha com três eixos estratégicos. Um deles é a educação em direitos humanos, que é trabalhar com educação na perspectiva de mudar a cultura de violência que existe no país. Acreditamos que o Brasil é um país muito violento, ele é um país que tem uma cultura de violência e que a violência é naturalizada. Nós precisamos trabalhar muito com educação para que possamos mudar essa cultura.

Então nós temos três projetos de educação: o Respeitar é Preciso, que está em toda a rede de ensino municipal de São Paulo, estamos levando ele pra Pernambuco também, e queremos levar para outros lugares; Temos também um outro projeto chamado Usina de Valores, que trabalha com comunicação não formal, com públicos evangélicos, com grupos de comunicadores periféricos, porque acreditamos que são dois lugares, que são a potência para disseminar valores dos direitos humanos, respeito, solidariedade. Esse é o projeto. E temos um outro que é um curso de especialização em direitos humanos.

Outro eixo é o de liberdade de expressão jornalística, onde temos dois prêmios: o “Prêmio Vladimir Herzog”, prêmio mais importante do jornalismo do Brasil e o outro “Jovens Jornalistas”, onde estudantes jornalistas apresentam uma pauta, onde assim se é escolhido. Temos uma rede de proteção a jornalistas e comunicadores ameaçados de morte.

Sabiam que o Brasil é o país que mais mata os jornalistas e comunicadores no mundo, fora os países de zona de guerra? É uma barbaridade!

Acreditamos que temos que trabalhar nisso, porque o Vladimir morreu porque era jornalista.

Temos um outro eixo que é o de liberdade, de direito a memória, verdade e justiça. Acreditamos que a cultura de violência que tem no país, é porque no Brasil nunca se fez justiça. Na época do descobrimento do Brasil promoveram um genocídio indígena, mataram muitos índios, e ninguém foi responsabilizado por isso. Ao contrário, deram nomes de estradas, de ruas, de escolas desses grandes assassinos de índios.

O Brasil tem mais de três séculos de escravidão, e também não foi feita justiça nenhuma. Os grandes escravocratas, os que promoveram a chacina de índios, foram homenageados com estradas, escolas, e assim por diante. E a ditadura militar também, promoveram assassinatos, torturas, o que tem de pior, e eles são premiados.

O atual presidente da República diz que o maior orgulho dele é o maior torturador do Brasil que é o Brilhante Ustra. Esses dias, o presidente da República fez uma homenagem ao maior assassino do Chile que foi o Pinochet. Assim, se você tem um presidente da República que se sente à vontade para homenagear torturadores, assassinos, imagina a sinalização que eles passam as outras pessoas: que tudo pode nesse país, que nunca vai acontecer justiça nenhuma que ninguém vai ser responsabilizado, e ninguém vai ser preso por isso.

Então nós queremos trabalhar nisso, nós queremos responsabilizar e fazer justiça. Torturador, assassino, violência do estado tem que ser criminalizados, e tem que pagar na justiça penal. Ser responsabilizado por isso.

Esse é o instituto Vladimir Herzog.

Rayane - E como caminham juntos o Instituto e o projeto Respeitar é Preciso?

Sr. Rogério Sottilli – Esse projeto foi pensado e desenvolvido originalmente pelo Instituto Vladimir Herzog. Mas acreditamos que ele só será eficaz quando esse projeto for incorporado pela Secretaria de Educação. Não pode ser um projeto do Instituto para São Paulo. A Secretaria de Educação tem que acreditar nisso. O Instituto discutiu muito com a Secretaria, com os professores, fez as adequações, para que isso seja incorporado pela educação de São Paulo. E nós ajudamos com tudo: verbalização de eventos como esse, metodologia com os cursos, e assim por diante. Nós respeitamos muito essa parceria. Esse projeto não existe só com o Instituto Vladimir Herzog, só vai existir se essa parceria entre a educação e Instituto existirem efetivamente. E São Paulo está muito bonito por causa disso.

IMPRENSA JOVEM EMEF LOURENÇO FILHO EM BREVE ENTREVISTA COM O EDUCADOR MARIO SÉRGIO CORTELLA




Julia Ferreira - Boa tarde! Somos alunas do grupo Imprensa jovem da EMEF Lourenço Filho você poderia nos conceder um minuto de atenção para umas duas perguntinhas?

Cortella – Claro será um prazer poder conversar um pouco com alunas tão atenciosas e dedicadas.

Julia Ferreira – Bem, seu currículo, sua formação, sua competência já é invejável e de conhecimento de todos, pra falar a verdade gostaria de deixar registrado o nosso imenso prazer em poder conhecê-lo e fazer algumas perguntas.

É de nosso conhecimento que o senhor é filosofo escritor e professor universitário com Mestrado e Doutorado em Educação pela PUC-SP, ex-secretário Municipal de Educação e Assessor Especial do Prof. Paulo Freire e quando estávamos lendo a respeito descobrimos que o senhor foi quase um monge é verdade?

Cortella – Nossa! Vocês conhecem bastante de mim, risos.

Sim, eu fui quando tinha 17, 18 anos. Minha família é de tradição católica, então eu quis fazer uma experiência religiosa que fosse mais séria, de não apenas ir a uma igreja, etc. E quando eu entrei na universidade, fui fazer filosofia, no mesmo ano em que entrei eu fui para um convento da Ordem Carmelita Descalça, que é uma Ordem religiosa católica e fiquei três anos na clausura, que é quando você fica fechado, trabalhando, estudando e etc. Depois de três anos eu achei que eu queria era a docência, ser professor. Então deixei a vida religiosa católica e fui embora pro mundo.

Julia Ferreira –  O que eu ia perguntar era realmente isso, o que te motivou a sair dessa Ordem?

Cortella –  Eu achei que a experiência já estava feita, eu já não precisava mais ficar lá para ter aquilo que eu queria, que era entender melhor o que era a religião. E a entrar foi realmente esse desejo e ai fui para a docência e faz 45 anos que sou professor.
Rayane Fabris – E essa caminhada esta firme?

Cortella – Nossa! Quebrei o joelho, mas estou caminhando! (risos)

Rayane Fabris – Nós gostaríamos agora que você deixasse uma mensagem a todos os professores e profissionais que participam do projeto “Respeitar é preciso”.

Cortella – Olha só heim! Respeitar é preciso é uma das coisas que faz com brilhante alegria,  que a gente tenha coragem de fazer o que tem que ser feito e a gente quando repousa em algum momento, seja capaz de repousar em paz e a paz não vem sem a gente ficar sem nenhum problema em volta, mas da gente ser capaz de enfrentar os problemas que nos cercam. Por isso é bom demais respeitar e é preciso.



            










 

quinta-feira, 30 de maio de 2019

AEL "ILAN BRENMAN" EM APRESENTAÇÃO NO CÉU JAÇANÃ


ALUNOS DA EMEF LOURENÇO FILHO PARTICIPAM DA ABERTURA DO SHOW DE CHICO SALEM EM VIRADA CULTURAL NO CÉU JAÇANà


Evento contou com a integração dos grupos da AEL Ilan Brenman, Imprensa Jovem e o cantor Chico Salem.

Matéria produzida pela equipe de Imprensa Jovem da EMEF Lourenço Filho

No dia, 18 de maio, os alunos da Academia Estudantil de Letras (AEL) Ilan Brenman da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Lourenço Filho, da Diretoria Regional Jaçanã Tremembé (DRE JT), participaram do show de abertura da Virada Cultural, Céu Jaçanã com um esquete “Sketch” de nome “A carta”.

O evento contou com uma encenação rápida, porém cômica, onde os atores demonstraram grande capacidade de improvisação e encantaram a plateia.

O multi-instrumentista, cantor, compositor e produtor musical Chico Salem encontrava-se presente e prestigiou a encenação.

O evento partiu de um projeto de Protagonismo Cultural das escolas, no Sarau do CEU Jaçanã, proposto em uma articulação entre DICEU/CEU/Supervisão/Escolas, onde um sábado por mês, os grupos de arte e protagonismo juvenil das Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEFs) estariam se apresentando. A data do mês de maio culminou com o evento da Virada Cultural e os alunos foram convidados a abrir o show do cantor Chico Salem.

Ao chegarem ao local os alunos foram recebidos com muita alegria pelo Supervisor da Secretaria Municipal de Educação (SME), da Diretoria Regional de Ensino (DRE) Jaçanã Tremembé (JT), Jamir Candido Nogueira, que em conversa com as professoras Newci Sanches Prado, coordenadora de estudos literários e Regimara Afonso de Oliveira Degilio Mufalo, coordenadora de atividades teatrais do projeto AEL (Academia Estudantil de Letras) da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Lourenço Filho explanou o roteiro da atividade, comentando ainda que o cantor gostaria de um “bate-papo” com os alunos e plateia presente, após a encenação e anteriormente ao show.

Os alunos adentraram ao palco e encantaram a todos com sutileza, elegância, carisma e competência, provocando gargalhadas aos presentes.

Logo após o Sr. Jamir, já mencionado anteriormente agradeceu aos atores, enobrecendo o trabalho, comentando e demonstrando imensa satisfação, convidando então o canto Chico Salem a sentar-se no palco e dar continuidade ao evento.

Com imensa simpatia o músico fez uma breve apresentação e deu por aberto os debates a todos os presentes.

Para inicio de conversa o Sr. Marcelo Rodrigues de Lima, professor de história da rede estadual, mestre pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), músico de uma banda autoral de rock brasileiro, chamada “o Mandruvá” pediu a palavra e questionou Chico Salem acerca de quais seriam as diferenças e vivências dele em relação a ser um músico autoral e cantor, tentando uma carreira solo e sendo um músico baterista de um artista conhecido. O musico sorriu e afirmou “gosto de fazer as duas coisas, creio que elas se completam, penso que todos nós músicos deveríamos passar por ambas as situações. Aprendi e ainda aprendo muito”.

Em sequencia o integrante da plateia Rudá Oliveira Lima, um menino de 10 anos que estava eufórico participando do debate, que se questionou o artista em “Como você conheceu o Arnaldo Antunes? E qual seria o instrumento que você mais gosta de tocar?” e o mesmo sempre com uma alegria e brilho no olhar respondeu. Bem, “conheci o Arnaldo há 20 anos quando ele precisou de um guitarrista e eu, estava no local certo e na hora certa. A princípio ele gostou do meu trabalho e eu fazia algumas apresentações com ele como freelance, posteriormente o Arnaldo substituiu os músicos de sua banda pelos substitutos e sorriu. Bem com relação a instrumentos toco diversos como baixo, violão, guitarra, cavaquinho, porém o meu fiel amigo mesmo é o violão”.

Em seguida a Sra. Newci Sanches Prado, professora da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) “Lourenço Filho” questionou o cantor sobre, o que o levou a buscar o meio artístico e quais as suas principais dificuldades no decorrer da carreira. Chico, com o semblante sereno e simpatia comentou. “Bem, eu nasci em um ambiente de artistas, vivi isso desde muito cedo, muita música boa e isso me contagiou desde cedo. No ambiente escolar em que estive também havia diversas atividades que favoreciam o desenvolvimento do gosto pela boa música. Bem aí eu me contagiei e estou aqui até hoje. Não posso dizer que tudo sempre foi fácil, é um meio onde as dificuldades e adversidades aparecem a cada dia, porém a persistência e o amor pela arte nos animam a continuar e buscar sempre novos caminhos”.

O bate papo continuou e o músico falou muito sobre sua carreira onde os educandos puderam conhecer um multi-instrumentista, cantor, compositor, produtor musical que fez parceria com Arnaldo Antunes em diversas composições e shows pelo Brasil e pelo mundo. Conhecido também como guitarrista na banda do ex-Titãs, já subiu ao palco com artistas como Luiz Melodia, Marina Lima, Marisa Monte, Carlinhos Brown, Elza Soares, Zeca Baleiro, Emicida, Adriana Calcanhoto, Nando Reis, Branco Mello, Erasmo Carlos, entre outros. Iniciou sua carreira solo em 2002 e agora lança um segundo trabalho, Maior ou Igual a Dois, repleto de parcerias.

Ao finalizar o bate-papo com os alunos e plateia Chico Salem agradeceu e deixou sua mensagem de carinho e motivação aos alunos da EMEF Lourenço Filho: “Gostaria imensamente de agradecer a vocês a oportunidade de estar aqui e poder conversar um pouco sobre sonhos, carreira, trabalho e conquista. Que vocês possam acreditar muito em vocês pude perceber que existe um trabalho maravilhoso e estão sendo incentivados a buscar na arte um mecanismo de projeção e crescimento pessoal e enquanto pessoas. Nunca desistam daquilo que desejam, busquem, sonhem, trabalhem e conquistem. Tenho certeza de que vocês alcançarão o sucesso. O meu muito obrigado!”.

Dando sequencia na apresentação o Sr. Jamir agradeceu ao músico e aos alunos da EMEF Lourenço Filho, explanou sobre o trabalho da Secretaria Municipal de Educação (SME) em incentivar a cultura, os projetos, o protagonismo juvenil e de quanto isso vem crescendo na rede e consequentemente o quanto nossos alunos vêm aprendendo e tendo oportunidades de participar dessas ações e traçarem seus caminhos, sendo preparados para serem cidadãos conscientes, críticos e participativos.

O músico pediu licença e se retirou preparando-se para a apresentação. Algum tempo depois retorna com sua banda e apresenta o show “Chico Salem apresenta Raul Vivo”.

Nesse intervalo os alunos do projeto “imprensa jovem” da EMEF Lourenço Filho aproveitaram a oportunidade pediram licença para entrevistar o Sr. Jamir Candido Nogueira, Supervisor da Secretaria Municipal de Educação (SME), da Diretoria Regional de Ensino (DRE) Jaçanã Tremembé (JT) como segue na íntegra.

Imprensa jovem: Boa noite Sr. Jamir. Poderíamos conversar um pouco sobre a organização do evento e as suas observações a respeito?

Prontamente o supervisor concordou.

Imprensa jovem: Como surgiu a ideia do evento "projeto de Protagonismo Cultural das escolas, sarau no CEU Jaçanã"?
Sr. Jamir: No final de 2017, quatro Supervisores da DRE-JT (Diretoria Regional de Educação) foram ao lançamento do livro de poesias autorais escritas pelos estudantes do VOPO – Vozes Poéticas, projeto da EMEF Paulo Carneiro e estudantes do AMOR – Arte, Movimento e Rebeldia, projeto da EMEF Marechal Rondon.
O lançamento foi numa Biblioteca Municipal na Freguesia do Ó e foi editado pela Editora dos Poetas do Tietê.
Nós, supervisores da DRE-JT percebíamos que em muitas das nossas EMEF havia excelentes projetos de Protagonismo Cultural dos adolescentes e que mereciam ganhar visibilidade e incentivar outras Unidades a montarem seus projetos...
Daí a ideia de resgatar o Sarau do CEU Jaçanã, com outra base...

Imprensa jovem: Há quanto tempo esse projeto existe?
Sr. Jamir: Desde março de 2018, uma vez por mês, no Teatro do CEU.

Imprensa jovem: Com o passar do tempo o que você tem notado com relação ao "protagonismo juvenil" que vem acontecendo nas escolas municipais? Tanto em espaços da própria unidade escolar, quanto externos. 
Sr. Jamir: Houve o surgimento de novos projetos e alguns que já existiam passaram a ser melhor “percebidos” e valorizados.
Vários deles já foram levados para outras instâncias: Fórum de Educação Integral, Secretaria Municipal de Educação, Secr. De Cultura, concursos de SLAMs de poesia, Casarão da Vila Guilherme, Fórum Cena Norte de Cultura, bibliotecas municipais, Saraus pela cidade, outras escolas em outras regiões.

Imprensa jovem: Quais as contribuições desse projeto para a formação dos educandos?
Sr. Jamir: Todas as linguagens artísticas fazem parte da formação do ser humano. A expressão da arte em si já bastaria. Mas, além disso, uma esquete teatral exige leitura, pesquisa, conhecimento. A escrita de uma poesia requer exercitação prática e criação de possibilidades inspirativas. A música/dança exige sensibilidade, conhecimento corporal, conhecimento matemático... Literatura exige conhecimento em várias áreas para a escrita... E assim vai com a fotografia, pintura, escultura, enfim, com todas as linguagens...

 Imprensa jovem: A oportunidade dos alunos efetuarem a apresentação de abertura do show do cantor Chico Salem, já era prevista? Caso afirmativo ou negativo, qual foi a sua recepção quando constatado o fato?
Sr. Jamir: Como é um projeto que envolve a Supervisão, a DICEU (Divisão do CEU e Educação Integral), CEU e as escolas, fazemos um calendário no inicio do ano.
A data de 18.05 já era prevista para o Sarau de Maio e quando veio à notícia de que haveria um show da Virada Cultural, nós propusemos para o CEU que consultasse o artista se ele permitiria uma apresentação de abertura com estudantes.
Houve autorização, apenas os horários tiveram que ser ajustados.

 Imprensa jovem: E o cantor? De quem partiu a ideia de um "bate papo" junto aos alunos após a encenação e pré-show do mesmo.
Sr. Jamir: O bate papo foi proposto pela produção do artista. Apenas sugerimos que ele assistisse a apresentação dos estudantes.

 Imprensa jovem: Qual o seu sentimento com relação a esquete apresentada pelos alunos da EMEF Lourenço Filho, AEL Ilan Brenman? 
Sr. Jamir: Muita satisfação de ver nossos estudantes mostrando suas formas de expressão. No caso, a partir da Academia Estudantil de Letras, o contato com os textos e sua expressão  cênica prova o tanto de conhecimento que foi mobilizado com intencionalidade pelos professores em contato com os participantes da AEL.

 Imprensa jovem: Você já conhecia o projeto AEL? Já havia participado de algum evento relativo ao mesmo?
Sr. Jamir: O projeto AEL já conhecia, pois fui supervisor na DRE-Penha, onde ele nasceu.

 Imprensa jovem: A apresentação foi satisfatória? 
Sr. Jamir: Sim. Muito. Eles foram ótimos. Quero ver mais!!!

 Imprensa jovem: Como você definiria esse momento?
Satisfação. A Educação resistirá a todos os ataques que vem sofrendo. Escola é lugar de pensamento, de conhecimento.
Sr. Jamir: Não é lugar de mordaça, silenciamento, tristeza...

 Imprensa jovem: O que você acredita que seja importante para que momentos como esses sejam oferecidos e bem aproveitados por todos?
Sr. Jamir: Fazermos mais e mais disso. Criarmos projetos de conhecimento para o pensamento, a expressão corporal, a criatividade. O ser humano é integral. Criarmos espaços para que esta Educação apareça para outros jovens, para os educadores e para a comunidade.
A Educação transforma.

 Imprensa jovem: Sr. Jamir obrigada pela entrevista e a oportunidade de participar de uma ação tão gratificante. Em nome da EMEF Lourenço Filho lhe agradecemos e, quando tiverem mais oportunidades podem nos convidar que faremos questão de estarmos presentes. 

Em sequencia as luzes se apagam e Chico Salem adentra o palco envolvendo a todos os presentes em uma energia contagiante e alegre. Alunos, professores, gestão e plateia levantam e interagiram junto ao artista.
“Professora eu não conhecia esse artista e de verdade? Achei que não conhecesse o Raul Seixas também, mas quando ele começou a cantar, nossa eu fui me envolvendo, envolvendo e quando vi estava pulando e cantando junto. Foi muito bom!”, afirma a aluna do 8ºano Julia Ramos Ferreira, integrante do projeto AEL (Academia Estudantil de Letras “Ilan Brenman”).
Já aluna Rayane Gabrielle de Oliveira Fabris também aluna do 8ºano e integrante do projeto afirmou “professora foi a primeira apresentação que fiz, eu estava muito nervosa, você não tem noção do quanto, mas eu posso dizer uma coisa: Nunca mais vou querer sair desse projeto, eu adorei!.”
Ao colhermos esses depoimentos chegamos a conclusão de que a educação vale a pena e como já dizia Nelson Mandela “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, não temos a menor dúvida com relação a isso.
Para finalizar nossa matéria deixamos aqui um comentário da Sra. Maria Roselei Neres Negro, diretora da EMEF Lourenço Filho acerca do evento.
“O nosso agradecimento a Secretaria Municipal de Educação (SME)e a oportunidade de nossos alunos mostrarem seu aprendizado. Satisfação por ver que a cada dia o protagonismo juvenil tem ocupado seu espaço na educação e na sociedade e que a EMEF Lourenço Filho faz parte desse processo”.

Confira a galeria de fotos em:

ALUNOS DA EMEF LOURENÇO FILHO “AEL ILAN BRENMAN” PARTICIPAM DA 11ª SEMANA DE ESTUDO E LEITURA “THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO”

  O evento contou com a participação dos alunos da AEL “Ilan Brenman” e da equipe do Imprensa jovem “Lourenço em Destaque”, dos professores ...